A estratégia passa por integrar o complexo no elemento na pré existência mais forte, o muro do cemitério. Aproveitando a força da curva deste, o edifício surge através de uma outra curva recuada para criar a entrada. O muro realiza a fusão entre a rua e o edifício. Daqui formam-se dois claustros, um vazio e outro cheio. O primeiro é um jardim, para onde se viram todos os espaços públicos. O segundo é o núcleo principal do edifício. Este volume em betão aparente, com altura superior é rodeado por uma clarabóia que o separa do resto do edifício e o ilumina em todo o seu contorno. A partir de uma base comum que acompanha o muro e que o transforma em edifício, o Complexo desenvolve três utilizações distintas, mas com uma leitura singular tanto da rua, como do cemitério.